Vai passar no Multishow dia 28 de agosto, às 22h15, o último show do Los Hermanos que aconteceu na Fundição Progresso.
Eu fui. Tantos sentimentos envolvidos com o show. Vai ser legar rever...
Maiazita
segunda-feira, 28 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Pedrosa e Vieira
Foi a companhia da escritora portuguesa Inês Pedrosa, pelo livro A eternidade e o desejo, que me levou até os sermões de Padre Antônio Vieira...
O amor perfeito, e que só merece o nome de amor, vive imortal sobre a esfera da mudança, e não chegam lá as jurisdições do tempo. Nem os anos o diminuem, nem os séculos o enfraquecem, nem as eternidades o cansam: Omni tempore diligit, qui amicus est (3), disse nos seus Provérbios o Salomão da Lei Velha; e o Salomão da Nova, Santo Agostinho, comentando o mesmo texto, penetrou o fundo dele com esta admirável sentença: Manifeste declarans amicitiam aeternam esse, si vera est; si autem desierit, nunquam vera fuit: Quis-nos declarar Salomão — diz Agostinho — que o amor que é verdadeiro tem obrigação de ser eterno, porque, se em algum tempo deixou de ser, nunca foi amor: Si autem desierit, nunquam vera fuit. Notável dizer! Em todas as outras coisas o deixar de ser é sinal de que já foram; no amor o deixar de ser é sinal de nunca ter sido. Deixou de ser? Pois nunca foi. Deixastes de amar? Pois nunca amastes. O amor que não é de todo o tempo, e de todos os tempos, não é amor, nem foi, porque se chegou a ter fim, nunca teve princípio. É como a eternidade, que se, por impossível, tivera fim, não teria sido eternidade: Declarans amicitiam aeternam esse, si vera est.
(Sermão do Mandato (1643), de Padre António Vieira)
O amor perfeito, e que só merece o nome de amor, vive imortal sobre a esfera da mudança, e não chegam lá as jurisdições do tempo. Nem os anos o diminuem, nem os séculos o enfraquecem, nem as eternidades o cansam: Omni tempore diligit, qui amicus est (3), disse nos seus Provérbios o Salomão da Lei Velha; e o Salomão da Nova, Santo Agostinho, comentando o mesmo texto, penetrou o fundo dele com esta admirável sentença: Manifeste declarans amicitiam aeternam esse, si vera est; si autem desierit, nunquam vera fuit: Quis-nos declarar Salomão — diz Agostinho — que o amor que é verdadeiro tem obrigação de ser eterno, porque, se em algum tempo deixou de ser, nunca foi amor: Si autem desierit, nunquam vera fuit. Notável dizer! Em todas as outras coisas o deixar de ser é sinal de que já foram; no amor o deixar de ser é sinal de nunca ter sido. Deixou de ser? Pois nunca foi. Deixastes de amar? Pois nunca amastes. O amor que não é de todo o tempo, e de todos os tempos, não é amor, nem foi, porque se chegou a ter fim, nunca teve princípio. É como a eternidade, que se, por impossível, tivera fim, não teria sido eternidade: Declarans amicitiam aeternam esse, si vera est.
(Sermão do Mandato (1643), de Padre António Vieira)
sábado, 31 de maio de 2008
Novo Modelo de Prestação de serviços de TI para CAIXA
Até agosto deve ser finalizada a fase de transição para o novo modelo de contratação de serviços na área de TI da CAIXA, paralelamente, a CAIXA adota o RUP como metodologia de desenvolvimento de sistemas. As duas ações juntas provocaram, e estão provocando, uma série de mudanças que afetam funcionários da instituição e prestadores.
A TI da CAIXA é subdividida em três regionais Rio, São Paulo e Brasília, cada uma atua em um segmento de negócios: O Rio com sistemas da área social (FGTS, PIS, Bolsa Escola etc), São Paulo com área comercial (Atendimento em Agência, Loterias, Venda de Produtos do Banco, etc) e Brasília com os sistemas administrativos e alguns agregados, como o Cadastro Unificado de Clientes.
No modelo de contratação vigente, especificamente na área de desenvolvimento de sistemas, as regionais contam, cada uma delas, com uma única empresa prestadora de serviços, onde na maior parte dos casos, os prestadores detém o conhecimento do negócio e expertise na utilização de ferramentas utilizadas no desenvolvimento ou arquitetura do sistema. A CAIXA preocupada com este monopólio de informações em empresas prestadoras, confeccionou um novo edital de licitação para resolver alguns casos, e determinou que a empresa que ganhasse determinada área, deveria prestar o mesmo tipo de serviço nas três regionais. Determinou ainda que a prestadora de serviços de desenvolvimento não poderia prestar os serviços de Testes de Software e Qualidade, que engloba desde a área de Acompanhamento de Projetos, Qualidade de artefatos e aferição de Mensuração de software.
As áreas de serviços foram dividas assim: DB2, IDMS, plataforma baixa(WEB), plataforma intermediária (Oracle/SQLServer), Suporte Avançado(AD e DBA), Qualidade e Testes. Nas últimas três áreas, as fatias foram divididas de forma coerente, contudo nas áreas específicas de desenvolvimento há um impasse: os sistemas de arquitetura híbrida terão empresas diferentes prestando serviços na área de atuação ou definir, por predominância, uma única a empresa responsável por sistema? Ao que tudo indica, a segunda opção será a adotada inicialmente. Sim, inicialmente, pois com o andar da carruagem, é possível que isto não se mantenha fielmente. Atualmente, os sistemas de maior relevância e de maior concentração são em DB2, sendo assim a empresa que ficou com esta fatia, possivelmente será a mais influente.
Mais uma condição do novo modelo de contratação, é a modalidade do serviço por Ordem de Fornecimento, diferente do modelo atual onde a predominância é de recursos alocados no cliente contratado por Homem/Hora, e ainda que 70% dos prestadores sejam CLT.
Como o conhecimento do negócio está com os prestadores, as novas empresas são indicadas a contratar as mesmas pessoas que prestam o serviço atualmente. E agora é que são elas, pois os prestadores se vêem tendo que escolher entre permanecer em sua empresa e trocar de Cliente ou permanecer no Cliente e trocar de empresa. O funcionários PJ, nem pensam duas vezes, os CLTistas se vêem numa dúvida cruel, já que em alguns casos tem a possibilidade de realocação em outro cliente. Agora, imagine este cenário com quase mil pessoas por regional? Visão do caos e rádio-corredor a toda? Além disso, tem a segmentação por disciplina que é a premissa básica do RUP, mas isso é um outro capítulo.
A TI da CAIXA é subdividida em três regionais Rio, São Paulo e Brasília, cada uma atua em um segmento de negócios: O Rio com sistemas da área social (FGTS, PIS, Bolsa Escola etc), São Paulo com área comercial (Atendimento em Agência, Loterias, Venda de Produtos do Banco, etc) e Brasília com os sistemas administrativos e alguns agregados, como o Cadastro Unificado de Clientes.
No modelo de contratação vigente, especificamente na área de desenvolvimento de sistemas, as regionais contam, cada uma delas, com uma única empresa prestadora de serviços, onde na maior parte dos casos, os prestadores detém o conhecimento do negócio e expertise na utilização de ferramentas utilizadas no desenvolvimento ou arquitetura do sistema. A CAIXA preocupada com este monopólio de informações em empresas prestadoras, confeccionou um novo edital de licitação para resolver alguns casos, e determinou que a empresa que ganhasse determinada área, deveria prestar o mesmo tipo de serviço nas três regionais. Determinou ainda que a prestadora de serviços de desenvolvimento não poderia prestar os serviços de Testes de Software e Qualidade, que engloba desde a área de Acompanhamento de Projetos, Qualidade de artefatos e aferição de Mensuração de software.
As áreas de serviços foram dividas assim: DB2, IDMS, plataforma baixa(WEB), plataforma intermediária (Oracle/SQLServer), Suporte Avançado(AD e DBA), Qualidade e Testes. Nas últimas três áreas, as fatias foram divididas de forma coerente, contudo nas áreas específicas de desenvolvimento há um impasse: os sistemas de arquitetura híbrida terão empresas diferentes prestando serviços na área de atuação ou definir, por predominância, uma única a empresa responsável por sistema? Ao que tudo indica, a segunda opção será a adotada inicialmente. Sim, inicialmente, pois com o andar da carruagem, é possível que isto não se mantenha fielmente. Atualmente, os sistemas de maior relevância e de maior concentração são em DB2, sendo assim a empresa que ficou com esta fatia, possivelmente será a mais influente.
Mais uma condição do novo modelo de contratação, é a modalidade do serviço por Ordem de Fornecimento, diferente do modelo atual onde a predominância é de recursos alocados no cliente contratado por Homem/Hora, e ainda que 70% dos prestadores sejam CLT.
Como o conhecimento do negócio está com os prestadores, as novas empresas são indicadas a contratar as mesmas pessoas que prestam o serviço atualmente. E agora é que são elas, pois os prestadores se vêem tendo que escolher entre permanecer em sua empresa e trocar de Cliente ou permanecer no Cliente e trocar de empresa. O funcionários PJ, nem pensam duas vezes, os CLTistas se vêem numa dúvida cruel, já que em alguns casos tem a possibilidade de realocação em outro cliente. Agora, imagine este cenário com quase mil pessoas por regional? Visão do caos e rádio-corredor a toda? Além disso, tem a segmentação por disciplina que é a premissa básica do RUP, mas isso é um outro capítulo.
sábado, 10 de maio de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
sábado, 22 de março de 2008
Zoró e o choro

Quinta-feira, enquanto almocávamos num restaurante muito simpático na esquina da Ouvidor com a Rua do Mercado, Zoró, que encarna o Moe dos três patetas, me questionava sobre o meu comentário sobre o choro ser descendente da polca. Veja bem: não tenho como falar do assunto com propriedade, e logo pensei em alguém que pudesse me ajudar... pensei no músico Henrique Cazes. Fiquei com isso na cabeça, inclusive hoje de manhã. Ia me convencedo em apelar para wikipedia, e fazer uma mensagem pro nosso Moe esclarecendo de uma vez por todas o assunto.
Hoje, sábado dia de feira aqui pertinho de casa, toca a campainha enquanto eu estava na bola de pilates, tomei um susto. E o mais improvável: Henrique Cazes, com quem não tenho nenhuma intimidade, estava à minha porta. Não para falar comigo, com Marcus, claro, já que eles fazem alguns trabalhos juntos. Nem dei Bom-dia, e fui falando da polca e do choro. Não deu preu me tornar uma especialista em polca, mas que ela é mãe do choro é(Marcus diz que é madrasta). Zoró que me segure no próximo almoço.
ps1: O que é este site do restaurante Casual Retrô? A comida é ótima, e o pastel de belém maravilhoso, já o site: um horror. Primeiro pecado: o flash. Segundo pecado: ainda o flash(só para enfatizar). Terceiro: o agrupamento das informações. Quarto: As bandeirinhas cafonas. Quinto: Nas fotos do menu, não dá pra enxergar os nomes dos pratos. Ah, cansei. Genio comunicação Visual é a responsável pelo desenvolvimento do site.
ps2: A imagem que ilustra o post é do Portinari de título Chorinho.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Saindo da caverna
Andei meio distante da rede. Não foi por opção, não. Não deve ser novidade o quanto amo a WEB. A minha utilização diminuiu consideravelmente, pois só estava acessando de casa. Várias empresas restringiram a navegação para preservarem suas redes. Há vantagens e desvantagens. Enfim, o que quero confessar mesmo é meu susto diante da grande quantidade de penduricalhos na rede. Estou experimentando tudo, em doses não homeopáticas, e tudo ao mesmo tempo.
Depois do Twitter e Delicious, agora estou testando o Goggle Alertas, que descobri num artigo sobre como Como gerenciar sua reputação na rede. No Google Alertas você cadastra uma critério de pesquisa, e ele te avisa por email sobre as atualizações sobre o tema... Claro que tem várias utilidades.
Depois do Twitter e Delicious, agora estou testando o Goggle Alertas, que descobri num artigo sobre como Como gerenciar sua reputação na rede. No Google Alertas você cadastra uma critério de pesquisa, e ele te avisa por email sobre as atualizações sobre o tema... Claro que tem várias utilidades.
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